SUPER KIT DE MECÂNICA DE MÁQUINAS DE COSTURA EM 9 DVDS, FRETE GRÁTIS.

Super kit de Mecânico de Máquinas de Costura

9 DVDs Vídeo Aulas + Apostilas Digitais - Manuais, Catálogos e Lista de Peças


Completo com muitas Informações Técnicas, adquira conhecimentos e habilidades para manutenção de máquinas de costura.
 



Você vai aprender:

-Mecânica de Máquina de Costura Industrial;
-Desmontagem da Máquina;
-Montagem da Máquina;
-Regulagem da Máquina;
-Plano de Manutenção;
-Manutenção Corretiva;
-Manutenção Preventiva;
-Manutenção Preditiva;
-Lubrificação;
-Máquinas Retas;
-Máquinas Overlock;
-Máquinas Interlock,
-Aparelhos e calcadores para máquinas retas,
-Aparelhos e calcadores para máquinas galoneiras,
-Aparelhos e calcadores para máquinas 2 agulhas,
-Aparelhos e calcadores para máquinas diversas.


Conteúdo Do Kit Completo:

 Dvd 01
Vídeo-Aula Sobre Mecânica De Máquinas Reta. 2 Horas De Duração.

Dvd 02

Vídeo-Aula Sobre Mecânica de Overlocks e Interlocks, com 2 Horas De Duração.
Tudo com Professor Especializado.

Dvd 03

Informações e Demonstrações de Utilização sobre todos Os Aparelhos de Máquinas Reta.

Dvd 04

Informações e Demonstrações de Utilização sobre todos os Aparelhos de Máquinas Duas Agulhas.

Dvd 05

Informações e Demonstrações de Utilização sobre todos os Aparelhos de Galoneira.

Dvd 06

Informações e Demonstrações de Utilização sobre todos os Aparelhos de Máquinas Diversas.

Dvd 07

Informações e Demonstrações de Utilização sobre todos os Calcadores de Máquinas Reta.

Dvd 08

Mais de 250 Manuais, Catálogos e Parts List das mais Variadas Marcas e Modelos de Máquinas Industriais e Domésticas. 

Dvd 09

Conteúdo Extra Repleto De Modelos de Roupas, Modelagens, Desenhos Etc....
Especial para Quem é Modelista ou Desenvolve Coleções.

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Os manuais de lista de peças(parts list) são de extrema importância para o mecânico que deseja consultar a posição de alguma peça, ou para reposição de alguma peça.
São mostrados Fotos da máquina toda desmontada e as peças enumeradas uma a uma.
Manuais de Elgin, Lemaqui,  Pfaff, Siruba, Brother, Juki, Durkopp, Singer, Siruba, Gemsy, Kansai, Rimold, Pegasus, Pfaff, Yamatto, Mitsubishi etc...
 

Acompanha Dicionário de Termos Técnicos com mais de 1000 termos traduzidos. Excelente para traduzir manuais diversos.

Com este Material em mãos, você poderá encontrar muita informação para manutenção de máquinas de costura industriais e caseiras.


Ainda acompanha conteúdo Extra Repleto De Modelos de Roupas, Modelagens, Desenhos Etc....
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Pressão e avanço

Pressão e avanço

Numa máquina de costura, o termo – pressão – significa a força exercida sobre o tecido à medida que este se move sob o pé calcador por ação dos dentes impelentes. A pressão tem várias funções: prender as camadas de tecido de modo que elas se desloquem com a mesma regularidade; manter o tecido esticado, e evitar que este seja puxado para a zona da bobina e se enrole em torno da agulha, o que pode dar origem a pontos em falso.

Em alguns trabalhos a ação do impelente é totalmente eliminada – por exemplo, quando se pregam botões.
A pressão correta assegura um avanço regular das camadas do tecido, que ficam assim convenientemente costuradas, sem sofrerem qualquer dano.

A pressão a utilizar dependerá do peso do tecido. De um modo geral, quanto mais leve for o tecido, menor deverá ser a pressão. No entanto, com alguns tecidos é difícil conseguir uma pressão adequada para fazer avançar regularmente as camadas de tecido. É o caso, por exemplo, dos tecidos com pêlo.
Uma pressão correta permite que as camadas de tecido sejam uniformemente impulsionadas, assegurando pontos regulares em comprimento e tensão; o tecido não é danificado nem pelo impelente nem pelo pé calcador.

Um excesso de pressão pode ter várias conseqüências. Frequentemente, a parte superior desliza e a inferior franze. Os pontos podem apresentar-se irregulares em comprimento e tensão. O impelente pode causar estragos na camada inferior do tecido. A ação combinada do pé calcador e do impelente podem danificar a parte exterior das camadas de tecido.

Uma pressão insuficiente pode também ter conseqüências desagradáveis. Uma das mais freqüentes consiste na falta de controle para guiar as camadas de tecido, mesmo que o avanço destas se esteja a processar regularmente. Em alguns tecidos uma pressão insuficiente pode também dar origem a pontos em falso ou que o tecido seja puxado para a zona da bobina.


Introdução a máquina de costura reta doméstica

Introdução a máquina de costura reta doméstica

Embora o fato da grande diferença existente entre os diversos tipos e modelos de máquinas de costura, o seu funcionamento são muito semelhantes.

Abaixo segue os nomes das partes da máquina reta doméstica e máquina reta:






Regulagens que podem ser feitas na overlock e galoneira

Regulagens que podem ser feitas na overlock e galoneira



- Tensão das linhas: essa regulagem permite soltar ou apertar as linhas da agulha e dos loopers

- Tensão do pé calcador: essa regulagem permite tirar ou dar pressão no pé calcador de acordo com a espessura do tecido que será costurado. Quanto mais fino for o tecido, mais pressão deve ser dada no pé calcador e quanto mais grosso for o tecido (ou várias camadas de tecido) menos pressão deve ter no pé calcador. Outro problema que pode ocorrer é que o tecido pode ficar marcado se o pé calcador estiver com muita pressão.

- Posição do diferencial: essa regulagem permite ajustar a aparência da costura realizada que pode ficar esticada (ondulada) ou franzida (tecido plano com trama bem fechada). Geralmente, o diferencial fica centralizado. Se for baixado, tende a franzir o tecido e se for levantado, tende a esticar o tecido.

- Tamanho (comprimento do ponto): permite definir a quantidade de pontos por centímetro, por exemplo: quanto menor o espaçamento entre os pontos, mais elástica fica a costura, logo podemos dizer que quanto mais elasticidade tiver o tecido, menor deve ser o tamanho do ponto.
Regulagens que podem ser feitas na reta

- Tensão da linha da agulha: essa regulagem permite soltar ou apertar a linha da agulha conforme o tecido que será costurado (linha de cima)

- Tensão da linha da bobina: essa regulagem permite soltar ou apertar a linha da bobina conforme o tecido será costurado (linha de baixo).


Dicas de manutenção: causas e correções propostas: MÁQUINA TRAVA SUBITAMENTE

MÁQUINA PÁRA OU TRAVA SUBITAMENTE

Causas

a) Máquina sem lubrificação.
b) Linha na lançadeira.
c) Linha na polia do motor ou na polia da máquina.
d) Correia quebrada.
e) Engrenagem do Licitar com defeito.

Correções propostas

a) Lubrificar a máquina e verificar o sistema de lubrificação.
b) Desmontar a lançadeira e retirar a linha.
c) Retirar a linha.
d) Trocar a correia em “V”.
e) Verificar a engrenagem.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: COSTURA FRANZIDA OU ENCOLHIDA

COSTURA FRANZIDA OU ENCOLHIDA

Causas

a) Agulha e orifício da chapa da agulha em desacordo.
b) Linha imprópria.
c) Ponto muito curto.
d) Máquina de ponto fixo inadequada.
e) As tensões muito apertadas.
f) Linha da bobina enrolada com muita tensão.
g) Calcador segura o material superior.

Correções propostas

a) Usar agulhas finas com pontas redondas, que estejam de acordo com o orifício da chapa da agulha.
b) Usar linha de poliéster fiada, ou linha fina.
c) Aumentar o comprimento do ponto.
d) Usar máquina de ponto corrente.
e) Regular as tensões corretamente.
f) Verificar a tensão do enchimento da bobina. Usar linha com menos elasticidade.
g) Escolher outro sistema de alimentação.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: MARCAS NO TECIDO

MARCAS NO TECIDO

Causas

a) Agulha em más condições.
b) A ponta da agulha é imprópria para o tecido.
c) Calcador com muita pressão.
d) Chapa da agulha ou calcador ásperos e com rebarbas.
e) Dentes impelentes gastos.
f) Vazamento de óleo.

Correções propostas

a) Trocar a agulha.
b) Trocar por agulha com ponta adequada.
c) Regular a pressão do calcador.
d) Lixar e polir a chapa da agulha ou o pé do calcador.
e) Substituir os dentes.
f) Observar as instruções sobre manutenção. Não usar óleo muito fino.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: ALIMENTAÇÃO FALHA

ALIMENTAÇÃO FALHA

Causas

a) Falha no ajuste do movimento dos dentes.
b) Movimento ascendente insuficiente dos dentes impelentes.
c) Sujeira na parte inferior dos dentes impelentes sob a chapa da agulha.
d) O formato dos dentes é impróprio ou estão gastos.
e) Conjunto de regulagem do comprimento do ponto solto.
f) Pressão falha do calcador.
g) Calcador não está em posição correta em relação aos dentes impelentes, ou é impróprio para eles.

Correções propostas

a) Ajustar o sincronismo dos dentes.
b) Ajustar a altura dos dentes acima da chapa da agulha.
c) Retirar a chapa e limpar os dentes.
d) Trocar os dentes impelentes.
e) Ajustar o conjunto.
f) Regular a pressão do calcador.
g) Ajustar ou trocá-lo por calcador adequado.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: PONTO FROUXO OU EMBARAÇADO.

PONTO FROUXO OU EMBARAÇADO

Causas

a) Pouca tensão na linha superior ou inferior.
b) Ranhuras nos discos de tensão.
c) Sujeira entre os discos de tensão.
d) Mola oscilante do conjunto de tensão quebrada ou desajustada.
e) Interferência na livre rotação da bobina.
f) Gatilho da caixa da bobina solto.
g) Enchimento da bobina irregular.
h) Lançadeira sem lubrificação.

Correções propostas

a) Regular a tensão corretamente.
b) Trocar os discos.
e) Limpar o conjunto de tensão.
d) Trocar ou ajustar a mola de retensão.
e) Verificar a bobina e sua caixa, ou trocá-la.
E) Colocar a caixa da bobina corretamente.
g) Regular o enchedor da bobina para obter um enchimento uniforme.
h) Lubrificar a lançadeira.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: QUEBRA DE AGULHA

QUEBRA DE AGULHA

Causas

a) Agulha com tamanho impróprio para o tipo de linha ou do tecido.
b) Agulha empenada.
c) Calcador descentralizado em relação a agulha.
d) Má colocação da caixa da bobina.
e) Agulha muito fina para o material.
f) Contato da agulha com outras peças.
g) Necessidade de puxar o material com a mão durante a costura.
h) Alimentação fora de sincronismo.
i) A máquina topa em costuras sobrepostas.
j) Mal ajustamento ou uso errado dos acessórios.

Correções propostas

a) Trocar a agulha por uma agulha adequada.
b) Trocar a agulha.
c) Centralizar corretamente o calcador.
d) Colocar a caixa da bobina corretamente.
e) Trocar por agulha adequada.
f) Verificar e chapa da agulha e a lançadeira.
g) Verificar o sistema de alimentação, e demonstrar a operadora.
h) Sincronizar.
i) Use a velocidade adequada.
j) Ajustar ou trocar por acessórios adequados.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: FALHA DE PONTO

FALHA DE PONTO

Causas

a) A tensão superior tem muita pressão.
b) O movimento da mola oscilante muito alto.
c) Agulha empenada.
d) Algum defeito na formação da laçada.
e) Agulha em falsa posição, outro tipo, ou muito fina.
f) Sujeira na lançadeira, na bobina, ou nas suas áreas.
g) Linha não enfiada em todas as passagens.
h) Existe flanagem do tecido.
i) A chapa da agulha mio combina com a agulha.
j) A barra da agulha esta empenada.
k) A linha da agulha está muito elástica.
l) Falta de sincronização da agulha com a lançadeira.
m) Agulha desviada pelo calcador.
n) A chapa da agulha com flexão para baixo.

Correções propostas

a) Dar tensão correta.
b) Ajustar a mola oscilante.
c) Trocar a agulha.
d) Verificar a formação da laçada.
e) Verificar a agulha e enfiá-la corretamente.
f) Limpar a lançadeira, a caixa da bobina e a bobina.
g) Enfiar a linha corretamente.
h) Aumentar a pressão do calcador.
i) Combinar a agulha com a chapa da agulha corretamente.
j) Trocar a barra da agulha.
k) Trocar por linha adequada.
l) Ajuste a sincronização.
m) Ajustar o calcador.
n) Retificar a chapa da agulha.

Dicas de manutenção: causas e correções propostas: Quebra da Linha

Quebra da Linha
Causas

a) Linha presa, ou enrolada na passagem da linha, desde o cone até a agulha.
b) Muita pressão na linha superior.
c) Linha não enfiada com todas as passagens.
d) Agulha mal colocada.
e) Agulha empenada eu com ponta rombuda ou furo com rebarba.
f) Agulha descentralizada em relação aos orifícios da chapa da agulha.
g) Linha muito grossa em relação a agulha.
h) Linha de má qualidade com nós ou pouca torção.
i) Agulha muito fina para o material.
j) Rebarbas nas peças de passagem da linha
k) Má regulagem entre o bico da lançadeira, ou “looper” e a agulha.
l) Lançadeira, ou looper com rebarbas.
m) Protetor da agulha com rebarbas ou desregulado.
n) Má colocação da caixa da bobina.
o) A agulha esquenta em demasia.
p) Lançadeira sem lubrificação, ou com sujeira.
q) Irregularidade na lubrificação, ou ria ajustagem do seu mecanismo.
r) Linha inferior desfiando.
s) Tensão da bobina muito forte.
t) A nula da tensão da caixa da bobina encontra-se gasta ou estragada.
u) Há interferência na livre rotação da bobina ou da sua caixa.


Correções propostas

a) Livrar a linha.
b) Dar tensão correta.
c) Enfiar a linha corretamente.
d) Colocar a agulha corretamente.
e) Trocar a agulha.
f) Centralizar a agulha.
g) Trocar pela linha adequada.
h) Trocar a linha.
i) Trocar por agulha mis grossa.
j) Lixar o polir os guias e furos de passagem da linha, do estica-linha, do calcador, da chapa da agulha e do dente impelente.
k) Ajustar a lançadeira, ou “looper” corretamente.
l) Lixar e polir o “looper” ou lançadeira.
m) Lixar e polir o protetor.
n) Colocar a caixa da bobina corretamente.
o) Trocar a agulha por ira especial ou lubrificar a linha com silicone.
p) Limpar e lubrificar a lançadeira.
q) Ajustar a alimentação.
r) Mudar a direção da bobina em relação ao desenrolamento.
s) Dar tensão correta.
t) Trocar a mola de tensão.
u) Trocar a bobina.

Dificuldades Comuns na Costura

A quebra da linha da agulha pode originar-se de um grande número de causas. Como primeiro passo, deve-se verificar se a linha passa livremente desde o cone, ou carretel, corrigindo-se quaisquer condições que possam fazer com que a mesma se detenha, tais como, superfícies ásperas sobre as quais ela tenha de passar, nós e voltas duplas ao redor dos guias.


Também se deve verificar se a máquina está corretamente enfiada, revisando-se todos os guias da linha, os dispositivos de tensão e o estica-fio.

Finalmente, o enfiamento da agulha deve ser verificado para se certificar de que a mesma esteja colocada corretamente na barra da agulha, não esteja empenada, que seu furo e suas ranhuras não tenham entalhes ou bordas cortantes e que a ponta da agulha esteja perfeita.

Para isso, abaixa-se o calcador sobre a chapa da agulha e puxa-se a linha da agulha através do seu furo. Se a linha passar suavemente, sem quebrar, presume-se que a causa da quebra da linha esteja em outra parte qualquer.

Depois de se assegurar de que as condições acima estejam em devida ordem, a chapa da agulha deverá ser examinada para se certificar que a mesma não tem bordas cortantes no orifício por onde entra a agulha, especialmente do lado inferior. A lançadeira (looper) e a caixa da bobina devem ser examinadas para ser verificado se há pontas aguçadas ou rebarbas que possam ter sido causadas por quebras anteriores de agulha, ou se por ajuste incorreto a agulha tenha sido colocada muito perto da lançadeira (looper), ou ainda, por qualquer descuido da operadora ao manejar o trabalho.

Uma lançadeira (looper) muito usada deve ser examinada cuidadosamente no que diz respeito a possíveis bordas ásperas ou afiadas em volta do rebaixo condutor da linha.

Os dez mandamentos da produção.

Para que se possa produzir de forma plena e eficiente, existem regras que precisam ser seguidas. A principal delas é ter um abastecimento total, ou seja, entrar o serviço, no grupo de produção acompanhado de todos os aviamentos, fato este que permitirá uma seqüência sem interrupções no processo produtivo. Conheça os principais mandamentos a serem observados para se obter uma produção satisfatória e procure enquadrar a sua empresa dentro deles, pois certamente o resultado será bastante satisfatório.

1 - Abastecimento pleno
O abastecimento total é seguramente essencial para que sua produção não pare por falta de um determinado produto. O tempo de parada significa prejuízo e conseqüentemente o valor final do produto será alterado. Uma medida bastante eficiente é a criação de um Kanban.

2 - Fluxo de mercadoria
Depois de bem abastecido através do Kanban o segundo passo é criar um fluxo da mercadoria. Esse fluxo poderá ser criado com uma receita de fabricação perfeita que permitirá o equilíbrio da diferença dos tempos padrões das operações. Note bem que não estamos falando de capacidade de máquina, mas sim do fluxo de mercadoria. O balanceamento deverá ocorrer em função da meta de produção.

3 - Rítmo das operadoras
Evidentemente só alcançaremos as metas desejadas quando houver ritmo das operadoras, mas para que isto aconteça, será preciso que as operações sejam feitas nos tempos pré-estabelecidos.
4 - Equilíbrio dos tempos padrões das operaçõe
Se não trabalharmos essa diferença não atingiremos metas, pois cada operação tem um grau de dificuldade diferente, sendo assim, a carga de minutos para cada uma também passa à ser diferente. Esse equilíbrio deve ser rigorosamente monitorado pela liderança para que não corramos o risco de sermos eficazes sem sermos eficientes.

5 - Encarar cada grupo como se fosse uma fábrica
A independência do grupo de trabalho é fundamental para que possamos ter bons resultados, pois permite um controle mais apurado, motiva as pessoas, faz crescer o grau de responsabilidade dos elementos do grupo e acima de tudo, dá condição ao líder de conhecer e aproveitar melhor o potencial de cada elemento desse grupo.

6 - Controlar a produção por hora
Tão importante quanto programar e planejar uma produção é o seu controle no decorrer do período. O controle para ser eficiente deverá ser analisado num período curto de espaço de tempo. Sugerimos que a cada sessenta minutos essa informação venha à tona para que o líder possa tomar as decisões de acordo com a variação desses resultados.

7- Corrigir qualquer desvio quando necessário
Fazer uma marcação de produção só por fazer não tem sentido. Portanto o grande negócio é ter atitudes quando existem desvios nos resultados. O líder deverá entrar em ação quando um período não apresentar números satisfatórios, pois caso contrário cumprir ou não as metas seria a mesma coisa.

8 - Transparecer os resultados comprometento o pessoal
A motivação da equipe de trabalho é a base sustentadora para que os resultados sejam atingidos com sucesso. Sendo assim, não podemos falar em motivação sem sermos claros em relação ao “poder fazer” e realmente “o que se está fazendo”. Os elementos da equipe de trabalho deverão estar acompanhando os resultados para só assim perceberem a importância do seu trabalho(base da motivação).

9 - Não admitir retrabalho-encarar erros como acidente
Toda vez que admitirmos um erro, ele acontecerá! O erro pode até acontecer, mas deverá ser encarado como acidente. A má qualidade é a maior inimiga da produção. Só tem produção quem tem qualidade. O tempo de fazer bem feito é o mesmo de se fazer com defeito, é só uma questão de capricho! Portanto não gastar tempo em desmanchar e refazer poderá dar uma condição de melhor aproveitamento de tempo.


10 - Buscar soluções do cotidiano com a participação do pessoa
Toda vez que um líder der chance ao seu subordinado de participar das decisões, ele estará fazendo crescer dentro desse funcionário uma sensação forte de importância do seu trabalho. Esse fato contribuirá para motivá-lo fortemente, pois as grandes soluções para os problemas da produção vêem do piso de fábrica.






Fonte: http://www.cidamolds.com.br/